quarta-feira, 13 de julho de 2016

Em Nome de Jesus

A frase, "em nome de Jesus", não é um voto vazio. É uma declaração de verdade! Seu câncer não está no controle, Jesus está. A economia não está no comando, Jesus está. O vizinho mal humorado não controla o mundo – Jesus, é o Senhor! O Senhor é o CEO, o Presidente, o Rei, o Governante Supremo, o Monarca Absoluto. O Senhor é o Alto e Santo Barão, o Czar, o Suserano. É só falar a palavra, Jesus!
E ore! Quando você ora em nome de Jesus, Deus responde. E já que Deus é bom, a oração é boa. Já que Deus se importa com você, suas orações têm importância no céu. Você nunca está sem esperança, meu amigo, pois você nunca está sem uma oração. E quando você não consegue encontrar as palavras para falar, tire isso do seu bolso:
Pai, o Senhor é bom.
Eu preciso de ajuda. Cure-me e perdoe-me.
Eles precisam de ajuda.
Obrigado.
Em nome de Jesus, amém.

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Tradução por Dennis Downing
Em Inglês: “In Jesus’ Name”
de “God Is With You”
Texto: maxlucado.com.br/devocional-diario/em-nome-de-jesus/
Imagem: cristaomais.com/wp-content/uploads/2015/04/Jesus-NOME-PODEROSO.png

quinta-feira, 16 de junho de 2016

O melhor de Deus está por vir?


[imagem: http://www.nasa.gov/sites/default/files/pia17566_2.jpg]
A frase virou mesmo um chavão e está constantemente na boca de vários irmãos. Diante dos problemas e adversidades, a palavra de “consolo” é: “Não se preocupe, o melhor de Deus para a sua vida está por vir”. O que se quer dizer com isso é que por mais que a vida tenha lá suas adversidades e problemas, aquele que sofre pode estar descansado, pois haverá um dia em que as lutas cessarão, não haverá mais pranto e nem dor.
Conquanto seja isso verdadeiro e prometido na Escritura, que afirma que o Senhor enxugará dos olhos toda lágrima (Ap 21.4), é preciso analisar o que de fato se deseja ao dizer que “o melhor de Deus está por vir”.
Se com essa frase os crentes estivessem almejando estar de uma vez por todas na presença física do Senhor Jesus, ela ganharia um belo sentido, porém, ao observar que ela é dita geralmente em momentos de dificuldades, fica evidente que “o melhor de Deus” que é esperado é simplesmente a ausência das tribulações. Nesse caso, perde-se a perspectiva de que o melhor de Deus já veio quando ele enviou seu Filho ao mundo (Jo 3.16) em semelhança de homens (Fp 2.7) para justifica-los pela fé e conceder a eles paz com Deus (Rm 5.1).
Quando o Senhor Jesus afirmou a seus discípulos: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo” (Jo 14.27), ele falava sobre a reconciliação com Deus, não sobre a ausência de problemas. Se assim não fosse, os discípulos não teriam ouvido dele que no mundo teriam aflições (Jo 16.33). A despeito disso ele ordena aos discípulos ter bom ânimo, o que demonstra que o consolo não estava em esperar a cessação das aflições, mas na certeza de que aquele que venceu o mundo estaria com eles todos os dias, inclusive em meio às dificuldades, até a consumação dos séculos (Mt 28.20).
Era a certeza de que Jesus era o melhor de Deus e, portanto, suficiente para a sua vida que levava Paulo a declarar: “Aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez; tudo posso naquele que me fortalece” (Fp 4.11-13). Sua alegria não dependia das circunstâncias, mas de estar na presença do Senhor Jesus. Por isso mesmo ele também podia dizer que viver para ele era Cristo, e morrer, lucro, pois sabia que estar com Cristo é incomparavelmente melhor (cf. Fp 1.21,23).
Saber que o melhor de Deus para nós, Cristo Jesus, já veio deve nos levar ao entendimento de que até as tribulações e aflições não fogem a seu controle, antes, são usadas pelo Senhor para nos tornar cada dia mais parecidos com o nosso Redentor. Isso nos leva também a colocar em prática as palavras de Tiago, que diz que devemos ter como motivo de muita alegria o passar por várias provações, entendendo que a finalidade da provação é produzir a esperança, que cumpre o seu papel ao nos tornar perfeitos, íntegros e em nada deficientes (Tg 1.2-4).
Como já foi afirmado, uma vida sem aflições, sem pranto e nem choro é prometida por Deus para aqueles que são de Jesus. Porém, querer estar com Jesus não por quem ele é, mas por aquilo que ele nos concede e concederá é uma atitude idólatra, que revela que amamos mais a bênção concedida do que aquele que nos abençoa.
O melhor de Deus já veio, Cristo Jesus, e se buscarmos nele alegria e satisfação viveremos também contentes, em toda e qualquer situação.
Milton Jr.
créditos: [http://bibliacomisso.blogspot.com.br/2011/12/o-melhor-de-deus-ainda-esta-por-vir.html]

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Um Evangelho Falsificado

"Admiro-me de que vocês estejam abandonando tão rapidamente aquele que os chamou pela graça de Cristo, para seguirem outro evangelho." (Gálatas 1:6)


Vi um pregador muito famoso sendo entrevistado na TV há algum tempo. Quando o assunto do pecado veio, o pregador disse: "Nunca falo sobre o pecado. Nunca uso a palavra 'pecado', porque as pessoas já sabem que são pecadoras. E não estou aqui para colocar as pessoas para baixo. Só quero levantá-las." No entanto, não acho que a maioria das pessoas saiba que são pecadoras. E o nosso trabalho não é apenas animar e colocar as pessoas pra cima; é apontá-las para Cristo. Portanto, temos de usar sim, a palavra "pecado".
Há um falso evangelho. O apóstolo Paulo escreveu às igrejas da Galácia: "Admiro-me de que vocês estejam abandonando tão rapidamente aquele que os chamou pela graça de Cristo, para seguirem outro evangelho" (Gálatas 1:6). Só porque alguém usa o termo "evangelho" não significa que está se referindo ao verdadeiro evangelho. Mesmo que alguém afirme que está pregando o evangelho, isso não significa necessariamente o real e verdadeiro evangelho. Para o evangelho ser genuíno, certas coisas devem acontecer. E uma dessas coisas é o reconhecimento de que todos pecaram. Como 1 João 1:8 diz: "Se afirmarmos que estamos sem pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós."
A única forma de remover nosso pecado é a cruz. Se a cruz não for anunciada, não há evangelho. Qualquer apresentação adequada do evangelho inclui a vida, morte e ressurreição de Jesus Cristo. Paulo escreveu aos crentes de Corinto: "Pois decidi nada saber entre vocês, a não ser Jesus Cristo, e este, crucificado." (1 Coríntios 2:2).

Sempre que houver um verdadeiro, haverá também um falso. E o diabo tem a sua versão falsa de quase tudo, até mesmo do evangelho.


Fonte: http://www.devocionaisdiarios.com